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Duas vacinações paralelas

Na próxima semana começa a imunização contra a gripe, que vai ocorrer conjuntamente com a Covid-19, exigindo muita organização dos gestores municipais

Por Guilherme Schmidt
Publicado em: 07.04.2021 às 15:48

A necessidade de acelerar a vacinação contra a Covid-19 já vem sendo tratada desde de que as primeiras doses, na segunda metade de janeiro, começaram a ser administradas em todo o País. Não é algo fácil até porque há, neste momento, uma clara dificuldade em atender a demanda de imunizantes. Acredita-se que só a partir do mês que vem é que a celeridade do processo ocorra.

Mas na próxima semana mais um desafio começa: a vacinação contra a outra gripe, a H1N1 (agora já com suas cepas), que há dez anos assustou a todos. A grande questão é a organização que os municípios terão que encarar para fazer as duas vacinações simultâneas.

Planejamento

De um lado teremos os idosos sendo vacinados contra a Covid-19, do outro, contra a gripe, crianças (até 6 anos), gestantes e puérperas (as recém-mamães), indígenas e agentes de saúde. Os profissionais de saúde já estão se desdobrando em hospitais e postos devido aos casos de Covid e também na imunização.

Além desta equação de pessoal para vacinar, deve se pensar em evitar aglomerações nos pontos de vacinação. É mais um desafio aos gestores municipais nestes tempos de pandemia.

Mudança

Sempre priorizados, os idosos ficaram para a segunda turma da vacina contra gripe (em maio, com os professores) porque já estão se imunizando contra Covid-19. E é necessário um intervalo de duas semanas entre as vacinas.

Dia das Mães

Uma forte movimentação ocorre no comércio em busca de incrementar as vendas para a data, tida como uma das mais movimentadas nas lojas. Promoções para atrair filhos e filhas já estão nas vitrines e anúncios.

À espera

A permissão do Estado para a reabertura de todo o comércio aos finais de semana é outro ponto que os comerciantes aguardam ansiosamente. A decisão do governo deve sair até sexta-feira.

Violência no trânsito

A morte após discussão no trânsito na RS-240 é um fato isolado pelo final trágico, mas este tipo de briga não é nada raro. As buzinadas, os xingamentos, as costuradas, as cortadas são algo infelizmente rotineiro no trânsito. O drama não é pior porque nem todos vão às vias de fato.


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