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Notícias | Região Política

Lucas Redecker assume a presidência do PSDB gaúcho

Deputado hamburguense terá desafios como a sucessão do governo do Estado

Publicado em: 04.05.2021 às 03:00 Última atualização: 04.05.2021 às 08:10

Lucas Redecker: manter a mesma agenda de governo Foto: Leonardo Rosa/Divulgação
O deputado federal hamburguense Lucas Redecker é o novo presidente do PSDB no Estado. Ele foi escolhido por aclamação no fim de semana. Caberá a Redecker liderar a organização tucana para as eleições do ano que vem.

O principal desafio será a sucessão do governador Eduardo Leite. Desde o início do governo Leite vem dizendo que não tentará mais quatro anos no Palácio Piratini e, nos últimos meses, se lançou como possível candidato à Presidência da República.

Segundo o deputado, por enquanto a discussão não é de nomes, mas sim de projeto. "Nossa preocupação enquanto partido é manter a mesma agenda de governo, especialmente com atenção à melhoria nas finanças públicas e na gestão como um todo. E isso não é novo, já vinha do governo anterior e avançamos, as preocupações são similares. E são os avanços estruturais do Estado que vamos seguir priorizando", resumiu.

Sem fechar portas e argumentando que ainda é cedo para discutir possíveis alianças - inclusive com o MDB, por exemplo -, Redecker cita nomes do partido que estariam aptos para uma disputa em 2022. Além do Executivo, os tucanos querem aumentar as bancadas na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal.

"Temos quadros importantes para 2022. Entre eles estão três prefeitos de cidades estratégicas que se reelegeram no ano passado", exemplificou, referindo-se a Fatima Daudt (Novo Hamburgo), Paula Mascarenhas (Pelotas) e Jorge Pozzobom (Santa Maria). O deputado citou ainda o atual chefe da Casa Civil, Artur Lemos, e o ex-prefeito da capital, Nelson Marchezan Júnior.

Credibilidade

Mas antes de colocar nomes e coligações na mesa, o novo presidente do PSDB diz que é preciso encarar o desafio da falta de credibilidade que os partidos enfrentam. "Acontece com todos, inclusive o PSDB. Os partidos têm problemas e têm dificuldades que precisam ser vencidas, mas também têm muitas virtudes e pessoas dispostas a contribuir para a sociedade. É preciso enfrentar este cenário em busca de soluções", argumenta.

Para Redecker, a distância física imposta pela pandemia entre as lideranças políticas e suas bases é um problema que deve diminuir à medida em que a vacinação avança. "As reuniões remotas ajudam muito no dia a dia, mas nada substitui o contato com as pessoas, as reuniões, as visitas. A retomada da política presencial é fundamental para deixar o partido mais perto das pessoas", enfatiza.

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