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Menina de 2 anos atropelada no Pátria Nova se recupera em casa após alta

Luana Freitas Peteffi ficou 26 dias hospitalizada e chegou a ir para a UTI. Agora, ela precisará passar por sessões de fisioterapia e fonoaudiologia

Publicado em: 03.05.2021 às 16:39 Última atualização: 03.05.2021 às 17:01

Luana Freitas Peteffi, de 2 anos, ganhou alta após 26 dias hospitalizada Foto: Reprodução

A notícia mais esperada pela família da pequena Luana Freitas Peteffi, de 2 anos, chegou nesta semana. Após ser atropelada e passar quase um mês internada no Hospital Regina, em Novo Hamburgo, ela ganhou alta na terça-feira (27) e se recupera em casa, junto do pai, da mãe e da irmã Helena, de 3 anos. A informação foi confirmada pelo hospital nesta segunda-feira (3).

Um dia antes da filha voltar para casa, o pai, Ismael Peteffi, postou fotos e um texto sobre a recuperação de Luana em uma rede social. Veja abaixo. "Com ajuda, energias e orações de amigos, familiares e de muitos que nem conheço, tivemos força para agora no 26º dia enxergar novamente luz brilhar", escreveu.

Ismael diz que cada dia é um pequeno passo, mas que tem esperança de ver a filha totalmente recuperada. "Sei que levará tempo para tudo voltar ao normal. Talvez o normal, a partir de agora, seja diferente. Mas faremos de tudo para ter esta estrela brilhando, com toda sua saúde e alegria novamente."

 

"A Luz venceu as trevas". A luz brilha nas trevas, e as trevas não a derrotaram! Há 26 dias atrás, véspera de feriado,...

Publicado por Ismael Peteffi em Segunda-feira, 26 de abril de 2021
 
O atropelamento

No dia 1º de abril, véspera da Sexta-Feira Santa, Luana atravessava a Avenida Primeiro de Março, no Bairro Pátria Nova, acompanhada da irmã e da avó, quando as três foram atropeladas por um Audi. Foi por volta das 15 horas, perto da Rua Itú. 

"Elas atravessaram até o canteiro central e, posteriormente, estavam indo até a calçada. Ele [o motorista do Audi] vinha no sentido Maxxi-Centro. Um senhor reduziu a velocidade para elas terminarem a passagem delas até a calçada. Esse rapaz vinha um pouco mais rápido, chegou a bater no carro do senhor e pegou elas no cordão da calçada", relatou o pai das meninas.

Embora atingida, a avó não precisou ser hospitalizada. Quem acabou socorrendo as meninas foi um "anjo da guarda". A supervisora de varejo, que prefere não ser identificada, parou para reanimar a mais nova, que estava desacordada. As duas foram levadas ao hospital em um carro particular. Helena ganhou alta dois dias depois, mas Luana ficou em estado grave e chegou a ser internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Inquérito encerrado

Em meados de abril, a Polícia Civil concluiu o inquérito policial que investigava o atropelamento. Conforme o delegado Tarcísio Kaltbach, da 1ª Delegacia de Polícia, o motorista do Audi, Jonas Martinelli, de 27 anos, foi indiciado por praticar lesão corporal culposa (sem intenção) na direção de veículo automotor, bem como por afastar-se do local do acidente. Ambos os crimes estão previstos no Código de Trânsito Brasileiro. Em caso de condenação, a falta de socorro às vítimas pode agravar a pena.

Jonas está preso preventivamente no Presídio de Sapucaia do Sul. Ele já havia sido preso em flagrante, mas pagou fiança de R$ 3 mil e foi liberado na ocasião. 

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