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Tecnologia

Hora errada no celular? Horário de verão adiado causou confusão

Anualmente o Horário Brasileiro de Verão entra no terceiro domingo de outubro, mas este ano foi diferente e algumas redes esqueceram.

Foto por: Piro4d/Pixabay
Descrição da foto: Relógios analógicos não tiveram problema neste domingo
Muita gente ficou surpresa na noite de sábado (20) para domingo (21 de outubro) porque alguns celulares, tablets e computadores pareciam ter enlouquecido: simplesmente adiantaram sozinhos uma hora e não havia quem os convencesse.

O problema foi causado pelo adiamento do Horário Brasileiro de Verão. Ele entra anualmente em vigor no terceiro domingo de outubro (em 2018, isto significaria 0h do dia 21), porém foi postergado para novembro para não criar confusões na eleição. Só que algumas redes de dados não foram atualizadas. Daí os aparelhos que buscam a hora automaticamente na rede ficaram em erro.

O pior é que não é fácil de arrumar. Nos celulares com Android, por exemplo, é preciso ir nas Configurações do Aparelho, desligar a atualização automática pela rede e depois ajustar manualmente a hora. Nos aparelhos da Apple com iOS é preciso ir em Ajustes > Data e Hora, desabilitar a atualização automática e ajustar a hora.

Não se sabe durante quanto tempo vai ser preciso desligar a atualização de hora automática. Provavelmente o problema será ajustado pelas redes em poucas horas.


WhatsApp deve começar a exibir anúncios

Plano faz parte da estratégia da empresa controladora da marca, o Facebook.

Foto por: Reprodução
Descrição da foto: Logotipo do WhatsApp
Os usuários do WhatsApp em breve deverão começar a encontrar anúncios dentro do aplicativo. A informação está sendo repercutida por sites internacionais especializados. Embora ainda não tenha acontecido confirmação oficial, sites de vazamento de novidades dizem já ter encontrado evidências de que a equipe do Whats está trabalhando na medida. Uma fonte ligada à controladora do aplicativo, o Facebook, também teria dito à revista norte-americana Forbes que a mudança vai acontecer.

Quando foi comprado pelo Facebook, o WhatsApp funcionava por assinatura anual. O usuário descarregava o aplicativo, ganhava um ano de isenção e depois pagava uma taxa reduzida, de poucos dólares. A empresa de Mark Zuckerberg removeu as assinaturas, mas havia se comprometido a não introduzir anúncios ou outro sistema de monetização por ao menos cinco anos. O prazo está terminando este ano, e a informação corrente é que em 2019 já devem começar os anúncios, que em princípio apareceriam na tela principal, não nas mensagens.

A questão dos anúncios no WhatsApp é polêmica. Um dos temores é que eventuais banners publicitários possam tornar a interface mais lenta ou consumir dados, além de perturbar os usuários. Não foi confirmado se haverá um plano sem anúncios, como acontece com o Spotify, mas o padrão de monetização do Facebook costuma ser preferencialmente baseado em anúncios.

Cuidado: pesquisa eleitoral pelo WhatsApp é golpe

Institutos Datafolha e Ibope esclareceram que não fazem pesquisa eleitoral por aplicativo de mensagem.

Foto por: Reprodução
Descrição da foto: Mensagem que se faz passar por pesquisa eleitoral no WhatsApp é mais um dos golpes que circulam no aplicativo
Nos últimos dias, dois institutos de pesquisa brasileiros fizeram alertas de que não realizam pesquisa eleitoral através do WhatsApp. Isto porque circulam em grupos do aplicativo mensagens que se fazem passar pelo Ibope e Datafolha, supostamente convidando o usuário a seguir um link para dar sua opinião. Trata-se de golpe.

O Datafolha colocou em sua página inicial um link para uma reportagem da Folha de S. Paulo (à qual pertence o instituto de pesquisa) que esclarece que o WhatsApp não é usado nas pesquisas eleitorais do Datafolha. Já o Ibope emitiu uma nota oficial desmentindo que use o WhatsApp:

"O IBOPE Inteligência tomou conhecimento de que mensagens de celular estão sendo disseminadas com um suposto convite para responder uma pesquisa eleitoral para presidente. Esclarecemos que não registramos e tampouco estamos realizando pesquisa de intenção de voto para divulgação pela internet ou muito menos selecionando entrevistados por mensagem de celular."

Embora até existam enquetes realizadas pelo WhatsApp em outras circunstâncias, as mensagens que alegam pertencer ao Ibope e ao Datafolha, portanto, são mentirosas. Trata-se de golpe para roubar dados do usuário ou infectar seu smartphone com vírus ou programas maliciosos.

Adote a mesma cautela válida para outros golpes em potencial. Não siga links, delete a mensagem e não compartilhe. Se o remetente da pesquisa não é conhecido, marque-o como spam e denuncie no botão do WhatsApp que aparece quando uma mensagem de remetente novo entra pela primeira vez.




Paródia da eleição, Zumbis em Brasília viralizou na Internet

Animação de André Guedes traz os candidatos presidenciais às voltas com invasão de mortos-vivos.

Foto por: Reprodução
Descrição da foto: Logotipo da série da Web Zumbis em Brasília, de André Guedes
Nos últimos dias, uma animação foi o vídeo mais acessado do Youtube no Brasil e também chegou às primeiras posições do Google Trends, que monitora termos de busca populares no País. Trata-se de Zumbis em Brasília, série de desenhos animados curtos feitos para a Web, criada por André Guedes, que parodia os candidatos presidenciais.

Na história, que faz uma paródia da eleição e da série The Walking Dead, os presidenciáveis estão tentando chegar em Brasília a pé durante um apocalipse zumbi. Em meio ao ataque de mortos-vivos, vários candidatos e personalidades brasileiras aparecem repetindo bordões e arranjando confusão.

Por enquanto, estão disponíveis os episódios 1, 2 e 3 e mais um vídeo de introdução. O terceiro episódio foi lançado na sexta-feira (21) e chegou ao topo do ranking do Youtube no mesmo dia.

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