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Blog Arquibancada

Time pronto para ser campeão, reações constatadas, versatilidade e respostas

Por Matheus Beck

Um recorte fora de contexto pode utilizar de maneira maldosa qualquer comentário dito de maneira antecipada. Esse título de tópico numa desclassificação aimoresista, poderia me colocar descredibilizar. Mas mesmo entendendo a possibilidade destes oportunismos num futuro de adversidades ao Índio, grafo que, de fato, o Aimoré está pronto para disputar esse título da Copa Seu Verardi. Maduro, tranquilo e rígido no cumprimento das tarefas, o time de PC de Oliveira tem ofertado repertório e isso é muito importante.

Nova adversidade

Assim como no duelo diante do Novo Hamburgo, no Estádio do Vale, na rodada anterior, o Aimoré saiu na frente e sofreu empate. Nas duas oportunidades, manteve a frieza e buscou naturalmente a vitória. Não digo que tenha chegado aos gols posteriores de maneira fácil, mas houve uma manutenção de concentração e confiança na metodologia de trabalho. Com alternações de lado e repetição das triangulações "ensaiadas" a consequência foi o balançar das redes.

Afirmações

Ainda que a equipe de aspirantes do Internacional não tenha gigantesca qualidade, é dotada de grande estrutura e normalmente exige dos interioranos. Este peso é o alicerce para o argumento à evolução Índia. Ao mesmo tempo, vale o reforço a alguns jogadores que têm mantido o nível de atuação e angariando ainda mais confiança para a sequência.

Versatilidade dos médios

O triângulo defensivo do Aimoré conta com o cabeça de área Régis, no lado esquerdo Germano e no direito, Sampson. Os volantes de flanco, intitulados médios por PC de Oliveira, são as principais virtudes do esquema. Eu já comentei sobre a possibilidade de abrir mão de um para a entrada de Leandro Canhoto, mas esta forma deve ser valorizada também. Obviamente que a manutenção se sustenta devido à facilidade ofensiva dos dois. São atletas que os analistas de desempenho chamam de box-to-box, que seria exemplificado pelo colorado Edenilson. É a versatilidade e qualidade física que possibilita recompor no início do campo e aparecer como surpresa no terço final.

Ataque vertical

Um placar com dois gols de diferença normalmente impõe certo resguardo aos times. Claro que não posso ignorar a fragilidade dos oponentes, mas a verdade é que o Aimoré tem mantido, no ímpeto, as vocações de seus atletas. PC dá liberdade, ou seja, não amarra os jogadores para preservar vantagem. Dessa forma, estamos com a possibilidade de contemplar o melhor de cada um. Calbergue tem visão de jogo e um poderio técnico importante. Anderson Canhoto contribui com a velocidade vertical. E Matheus Rodrigues, com nove gols em seis jogos, é um fenômeno que o Cristo Rei não contemplava há bastante tempo. É um camisa nove muito completo.

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