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Flexibilizar ou não os decretos

A ciranda da análise dos números para a decisão de reabertura de atividades econômicas

Por Guilherme Schmidt
Última atualização: 22.05.2020 às 20:21

Muitas pessoas questionam o porquê da flexibilização de shoppings na populosa Porto Alegre ter ocorrido antes de São Leopoldo, que nesta sexta-feira autorizou a reabertura - com várias regras e restrições, é claro - das academias de ginástica. Bem, se formos ver pelos números proporcionais, tipo casos (conforme as prefeituras) x população (usando número do IBGE de 2019), São Leopoldo tem um caso em cada grupo de 1,3 mil pessoas, enquanto em Porto Alegre é um caso a cada grupo de 1,6 mil. Neste cálculo, teríamos, a princípio, mais leopoldenses infectados do que na capital. Mas é preciso lembrar outro número: São Leopoldo tem testado, proporcionalmente, muito mais que Porto Alegre. Enfim, levando todos os números em conta e, principalmente, alertas à questão de leitos disponíveis (e nisso a capital tem muito mais disponibilidade), os prefeitos devem saber o que estão decidindo. Unanimidade é algo que nunca se terá.

Virada do clima

Após o calor de quarta e quinta, a chuva chegou, de mansinho, à região. E deve ficar por aqui até amanhã, entrando no domingo. A previsão é de que a temperatura também caia mais um pouco. O volume desta chuva de fim de semana deve ser um dos maiores deste ano. O Rio dos Sinos, nesta sexta-feira, já reagiu. O nível chegou perto de 1,6 metro, o mais alto do ano. 

E a gasolina...

Como projetou ontem o Sabe-Tudo, o litro da gasolina foi para a casa dos R$ 3,70, batendo nos R$ 3,80 em alguns postos. Nesta sexta-feira até já baixou um pouco, indo para entre R$ 3,65 e R$ 3,68. Pode até baixar mais um pouquinho e estabilizar em R$ 3,60. Isso se a Petrobras não engatar na próxima semana o quarto aumento consecutivo acima de 10%.

Buracos na BR

As deformações em pista da esquerda da BR-116, entre os kms 245 e 246 (sentido São Leopoldo-capital), estão fazendo os veículos desviarem para a direita. Resultado do maior fluxo nesta pista de ultrapassagem: buracos. As “craterinhas” podem ser vistas entre a Scharlau e a ponte do Sinos. São pequenas, mas sem manutenção, em pouco tempo, vão ganhar proporções de crateras bem maiores e perigosas, como já são as deformações que aumentam a cada dia no asfalto que já há quase meio ano não tem manutenção efetiva na rodovia federal. 



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