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Opinião Coluna

Mínimo parece ser muito pro Inter

Por Driccos
Última atualização: 08.11.2019 às 20:07

A perda da final da Copa do Brasil se tornou a nova bengala pras desculpas coloradas. Já não consigo mais ouvir e ler desculpas que usam como esteira a final contra o Athletico no Beira-Rio como um grande escudo onde caibam todos que lá queiram estar. O que me parece ser efetivamente a total desconexão com a realidade é o fato de ver, ouvir e ler tão poucas vezes o sofrimento do torcedor como sujeito das frases proferidas por jogadores, técnicos e direção do Internacional. Quem mais sofre, sem dúvida, é o torcedor. E ele precisa de respostas e satisfações. Zé Ricardo segue a passos largos pra entrar no esquecimento colorado tão logo embarque depois da última rodada.

Certeza da bagunça

Quando Zé Ricardo estreou o Inter jogou com dois volantes. Venceu. Veio ao Beira-Rio empatar contra o Athletico. Saiu pra perder pro Grêmio sem chutar a gol. Sem saber que era quase impossível, foi lá e piorou contra o Ceará.

Ruim em campo, pior fora

As denúncias do MP contra a gestão 2015/2016 são uma perigosa sombra pra rotina colorada. A torcida não aprova o campo, a casamata, os gabinetes e agora se viu envolta em mais um péssimo capítulo.

O mínimo do mínimo

O mínimo escrito aqui nessa coluna era ficar entre os seis primeiros. Pois bem, fomos passados por Athletico, Grêmio e Corinthians. Se comemorar vaga é ruim, pior ainda seria ficar sem ela.

O que ainda falta

Dos próximos confrontos o Inter precisa fazer brotar pontos de qualquer maneira. É bem possível que a necessidade ganhe a queda-de-braço e o time vá a campo com dois volantes. Não precisa ser especialista pra ver que o tripé bateu no teto. Não há mais espaço pra erros. Só que já não havia antes. O sapato apertou, a corda esticou e o torcedor só quer voltar a ser feliz com seu time.

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