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Notícias | Especial Coronavírus Economia

ACI pede união para vencermos a crise do novo coronavírus

Entidade empresarial voltou a se posicionar sobre o cenário que enfrentamos por causa da pandemia da Covid-19

Última atualização: 25.03.2020 às 20:52

Desde que o Gabinete de Gestão de Crise foi implantado pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços (ACI) de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, a entidade vem se posicionando sobre os últimos acontecimentos em função da pandemia da Covid-19. Nesta quarta-feira, dia 25, em comunicado publicado no site da ACI, o grupo reforça que são notórios os esforços das equipes sanitárias, hospitais e gestores da saúde, na antecipação de uma possível crise na capacidade de atendimento à saúde. "No entanto, é preciso lembrar que enquanto aplicamos a racionalidade sobre o tema saúde pública, precisamos manter nossas quarentenas, nossos compromissos com os fornecedores e nossos pagamentos de tributos em dia."

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Além disso, no documento, a entidade lembra que encaminhou para os três municípios pedido de suspensão de prazos para recolhimento do ISSQN e empresas do Simples Nacional. "O prefeito de Campo Bom, Luciano Orsi, teve a sensibilidade e agilidade de anunciar por Decreto a concessão de prorrogação de 15 dias para o contribuinte. Em Novo Hamburgo, a prefeita Fatima Daudt, editou novo Decreto permitindo agora que os serviços atuem sem atendimento direto com o público, de forma interna, conforme nosso pedido encaminhado no sábado ao seu Gabinete, o que por certo incrementa de forma importante os fluxos essenciais para a movimentação não só da máquina econômica, mas também da solução de questões burocráticas e fiscais. Em Estância Velha, a prefeita Ivete Grade, apesar do recebimento de pleito de nossa entidade, decidiu pelo fechamento das indústrias estancienses e dos serviços. Sobre este movimento, já emitimos nota de repúdio (matéria neste Informativo e site da ACI) e de enorme contrariedade."

No final do comunicado, a ACI destaca que em momentos como o que estamos vivendo, não há decisões fáceis ou mais corretas. "A crise pode gerar disrupção, mas não pode – jamais - gerar interrupção dos negócios e empregos. Pois, se isto ocorrer, a convulsão social que virá fará, talvez, com que sintamos falta da crise que nos assombrou entre 2015 e 2016. Sem uma união e um entendimento político em todas as esferas, o Brasil não vencerá esta crise."

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