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Tagua Tagua, do gaúcho Felipe Puperi, lança o disco Inteiro Metade

Por André Heck

Felipe Puperi está à frente da banda Tagua Tagua Foto: Guilhermo Calvin/Divulgação
Felipe Puperi é o produtor musical à frente do projeto Tagua Tagua, que acaba de lançar nas plataformas de streaming e em vinil, o álbum Inteiro Metade (Natura Musical/Costa Futuro). Com nove músicas, o disco mergulha entre timbres eletrônicos e orgânicos e apresenta uma faceta mais madura do artista, que até o momento contava com dois EPs na discografia: Tombamento Inevitável (2017) e Pedaço Vivo (2018).

Abrindo com a já conhecida Mesmo Lugar, música que fala sobre o início de um processo de ressignificação, que vai sendo diluído ao longo das faixas, Inteiro Metade fecha com Do Mundo, a “faixa mais lenta que já lancei”, comenta Felipe, também conhecido pelo seu trabalho com a Wannabe Jalva. Como uma espécie de libertação, a última canção é um renascimento. “É um disco sobre o processo de encontrar novos espaços pras mesmas pessoas dentro da vida. É ser inteiro num dia e metade noutro. É a caminhada da transformação, da aceitação dessa mudança dentro de nós. Nesse percurso, aparecem os mais variados sentimentos: euforia, alegria, gratidão, saudade, tristeza, luto. Morre uma relação pra nascer outra”, resume Felipe, que também assina a produção musical.

Além do lançamento no Brasil, Tagua Tagua está apostando em diferentes territórios: Europa e Estados Unidos. Na Europa, a parceria é com o selo Costa Futuro, dirigido pelo chileno, radicado em Barcelona, Sebastian Ruiz-Tagle, que comenta sobre a aposta no som do artista brasileiro: “A música de Tagua Tagua explora diversos terrenos. Está em contato com a tradição da música popular brasileira, surgem peças de Jorge Ben, Gilberto Gil e samba tradicional, mas, ao mesmo tempo, se projeta fortemente no futuro, exibindo sons atuais e universais. Essa facilidade de conciliar a diversidade em um trabalho total e consistente, acho cativante. Tagua Tagua contribui com toda essa riqueza para o selo e Mesmo Lugar é um exemplo muito representativo da vastidão de seu universo sonoro”, aponta.

Já nos Estados Unidos, a atuação é independente, o projeto está conectado com uma rede de diferentes frentes, como booking e assessoria de imprensa. A aposta nos EUA foi muito em função de continuar o que o artista vem construindo por lá: em 2019, se apresentou no Brasil Summerfest NYC, abriu dois shows para The Growlers e tocou no Baby’s All Right, famoso reduto de músicos localizado no Brooklyn. Além disso, emplacou o single Peixe Voador na trilha do FIFA 2020, jogo da EA Sports. Se liga aí:

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