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Tecnologia

Vírus pode atacar em legendas de filmes

Empresa de segurança alerta que dispositivo pode ser totalmente controlado por invasores via malware disfarçado de subtitle.

SXC.HU
Hackers poderiam assumir controle de computador ou dispositivo através de legendas infectadas
Uma empresa de segurança digital, a Check Point Software Technologies, afirma ter descoberto uma vulnerabilidade em lugar insuspeitado. Falsas legendas de filmes podem conter um malware e permitir que invasores tomem o controle de dispositivos.

O comunicado oficial da Check Point:

Pesquisadores do Check Point revelaram um novo vetor de ataque que ameaça milhões de usuários no mundo inteiro - ataque por legendas. Ao criar arquivos de legendas maliciosos, que são baixados pelo player de mídia da vítima, os atacantes podem assumir o controle total sobre qualquer tipo de dispositivo através de vulnerabilidades encontradas em muitas plataformas de streaming populares, incluindo VLC, Kodi (XBMC), Popcorn-Time e strem.io. Estimamos que existem aproximadamente 200 milhões de players de vídeo e streamers que atualmente usam softwares vulneráveis, tornando esta uma das vulnerabilidades mais difundidas, de fácil acesso e de zero resistência relatada nos últimos anos.

Abaixo, vídeo em inglês da Checkpoint mostrando a ação da vulnerabilidade. 

A empresa não informou se efetivamente foram registrados ou identificados ataques usando esta falha de segurança. Em geral, trata-se de vulnerabilidades identificadas pelos especialistas, porém ainda não exploradas por hackers.

O novo Android O e o problema da sobremesa

Novo sistema operacional do Google deve chegar até o fim do ano e já está em versão beta para desenvolvedores.

Reprodução
Logotipo da versão de desenvolvimento do Android O, novo sistema operacional móvel do Google, que ainda não tem nome definitivo
Vem aí o Android O, novo sistema operacional móvel do Google. O sucessor do Nougat foi divulgado na semana passada, quando foi liberada a segunda versão beta para desenvolvedores. Algumas novidades já foram adiantadas, uma das quais o recurso de imagem dentro da imagem, ou picture in picture. Vai ser possível, de dentro de aplicativos, lançar janelinhas com outros apps. Ainda não há informação se isso será válido apenas para aplicativos de áudio e vídeo, ou programas em geral.

Os ícones também estão redesenhados, com visual mais limpo e paletas de cores mais básicas. Além disso, os ícones incorporarão um sinal de notificação, o que agiliza na hora de atualizar mensagens e afins.

A previsão é que o Android O seja lançado a partir de meados de julho, provavelmente em agosto. Uma curiosidade é o nome oficial, que ainda não foi divulgado.

Os Androids tradicionalmente são lançados em ordem alfabética e têm nomes de doces, como Kitkat, Lollipop, Marshmallow e Nougat. O problema é que há poucas doçuras começando com a letra O, e algumas delas são de línguas complicadas, como japonês ou norueguês. Especula-se que o próximo Android possa se chamar Oreo, mas há a questão da marca registrada, já que o biscoito recheado com esse nome pertence a uma empresa.

O nome do Android talvez seja divulgado ainda este mês, ou em junho.

WhatsApp ficou instável no Brasil e em outros países

Em alguns locais, usuários enfrentam quedas e instabilidade, app teria inclusive saído do ar para alguns usuários .

Arquivo/GES
WhatsApp estaria enfrentando de novo lentidão e paradas
Durou cerca de uma hora uma instabilidade global do WhatsApp nesta quarta-feira (17/5). Usuários ao redor do globo começaram a apontar instabilidade e até interrupção no serviço no começo da tarde no horário de Brasília. Para alguns usuários, aparecia um ícone de espera, enquanto para outros o app estava simplesmente sem serviço.

Jornais britânicos apontaram o problema por volta das 13 horas (horário de Brasília). No Brasil, alguns usuários experimentaram lentidão e até interrupções. Sites internacionais apontaram que o serviço foi normalizado após meia hora do pico de interrupções. O problema principal foi entre 14 e 15 horas, no horário brasileiro.

A instabilidade do sistema aconteceu duas semanas depois de um incidente similar que chegou a ser reconhecido oficialmente pela equipe do Facebook/WhatsApp. Ainda não há comunicado oficial, nem informação de se ele está ou não relacionado à propagação do vírus Adylkuzz, que especialistas apontaram como uma infecção global nesta quarta.

Perigo: vírus Adylkuzz é pior que o WannaCry

Especialistas apontam que está em curso ataque virtual semelhante ao do WannaCry de sexta-feira, mas em escala muito maior.

Pixabay/Divulgação
Vírus que explora mesmo defeito do WannaCry afeta também Windows e se instala na máquina para produzir dinheiro virtual
Parece estar acontecendo um novo ataque hacker global.

Especialistas teriam identificado nesta quarta-feira (17/5) um ataque virtual em larga escala na Internet, maior ainda que o do WannaCry sexta-feira que atingiu 74 países. O vírus Adylkuzz é uma espécie de variante do WannaCry, porque utiliza a mesma vulnerabilidade de sistema. Porém, não é um ransomware. Ele não sequestra a máquina do usuário. De forma diferente, instala um minerador de bitcoin, usando o sistema da máquina infectada para produzir dinheiro virtual e enviar aos hackers.

Usuários nesta quarta-feira começaram a relatar lentidão em máquinas. O Adylkuzz, conforme a imprensa internacional apurou até agora, parece afetar também Windows, e contorna inclusive atualizações de segurança. Ainda não há relatos sobre a extensão do ataque.

Se a sua máquina ficou mais lenta, rode um antivírus e ative ou aumente a segurança do firewall.

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