VOLTAR
FECHAR

Av. João Corrêa, 1017 - Centro - São Leopoldo/RS - CEP: 93010-363
Fones: (51) 3591.2000 - Fax: (51) 3591.2032

Tecnologia

Jeff Bezos, da Amazon, vira o homem mais rico do mundo

Empresário norte-americano de 53 anos desbancou Bill Gates no ranking da Forbes nesta quinta-feira (27/7).

Reprodução
Jeff Bezos, o novo homem mais rico do mundo, é o fundador da Amazon, também responsável pelo lançamento do Kindle e fundador da empresa espacial Blue Origin
Nem Bill Gates, nem Mark Zuckerberg. O homem mais rico do planeta, conforme divulgado nesta quinta-feira (27/7) no ranking da Forbes, é Jeff Bezos. O empresário norte-americano é o fundador do site de e-commerce Amazon, além de ter vários outros projetos paralelos ligados a tecnologia. A fortuna pessoal de Bezos é estimada em 90,6 bilhões de dólares, 500 milhões de dólares a mais do que a de Gates, que era o topo do ranking até agora.

Embora o ranking seja principalmente uma curiosidade, é interessante como ele aponta tendências de mercado. Bill Gates ficou rico no auge dos computadores pessoais, tendo pessoalmente desenvolvido uma linguagem de programação (Basic) e tendo criado o modelo de licenciamento de software que durante anos imperou no mercado eletrônico. Já Bezos tem um portfólio de negócios bem século 21. Ele apostou cedo na Amazon, uma livraria on-line que acabou se estabelecendo como um dos maiores negócios do planeta e que tem projetos paralelos como o leitor de e-book Kindle e um bem-sucedido marketplace no qual autores podem se autopublicar.

Além disso, Bezos apostou em uma empresa de tecnologia espacial. Ele fundou a Blue Origin, empresa de foguetes que licencia lançamentos para a Nasa e também está se preparando para levar turistas em órbita. A Blue Origin concorre com a SpaceX de Elon Musk.

Adobe anuncia a morte do Flash Player

Software ainda é usado em muitas aplicações da Web e videogames.

Reprodução
Logotipo do Flash. A plataforma, que atualmente pertence à Adobe, será descontinuada definitivamente em 2020
A Adobe anunciou a morte do Flash. A plataforma de interatividade, que durante anos foi empregada em sites e até em videogames, ganhou até data para acabar: vai ser 31 de dezembro de 2020. A partir dali, a Adobe não oferecerá mais suporte nem upgrades. Usuários conhecem o Flash principalmente pelo suplemento Flash Player, mas ele na verdade consiste em toda uma linguagem de programação e suporte a recursos interativos.

Antes da data limite, vários navegadores devem começar a avisar os usuários de que os módulos de Flash são provisórios ou vão parar de funcionar. Cada marca adotará seu próprio cronograma.

A Adobe fez o anúncio em um blog. A empresa afirma na nota que "em colaboração com vários de nossos parceiros tecnológicos – incluindo Apple, Facebook, Google, Microsoft e Mozilla – a Adobe decidiu encerrar o Flash. Especificamente, vamos parar de atualizar e distribuir o Flash Player no final de 2020 e encorajamos criadores de conteúdo a migrar qualquer conteúdo de Flash para os novos formatos".

A Adobe menciona como sucessores, na nota, formatos abertos como HTML5, WebGL e WebAssembly. 

Estudo diz que há muita água na Lua

Estudo em revista científica analisa possibilidade de que existam grandes reservas de água no subsolo lunar.

Da AFP

Juarez Machado/GES
Estudo traz novos dados sobre a Lua
A Lua teria quantidades muito superiores de água do que o estimado até agora - indica um estudo publicado nesta segunda-feira (24/7) na revista Nature Geosciences, o que facilitaria, assim, a colonização do satélite e sua utilização como base para reabastecimento de voos interplanetários. "Encontramos traços de água em todos os lugares nas profundezas da Lua, utilizando dados de satélite", explicou Shuai Li, da Universidade Brown, em Providence (Estados Unidos), coautor do estudo.

Por muito tempo, a Lua foi percebida como um astro árido, "completamente seco" e de "uma magnífica desolação" - como definiu Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar no satélite. A presença de água na Lua já não é mais assunto para debates. Em 2008, pesquisadores descobriram moléculas de água no interior do magma trazido à Terra pelos astronautas do Programa Apollo. "Ainda é preciso descobrir se estas amostras refletiam as condições gerais das entranhas da Lua, ou se representavam regiões excepcionalmente ricas em água, anormais em uma crosta seca", indica Ralph Milliken, também da Universidade de Brown e coautor do estudo.

Arquivo/Nasa
Além de dados de satélite, informações das missões Apollo foram empregadas para o artigo
Usando dados de satélite, os pesquisadores conseguiram esclarecer que os depósitos vulcânicos contêm quantidades excepcionalmente elevadas de água, proveniente das profundezas da Lua. "Estes depósitos ricos em água estão distribuídos sobre a superfície, comprovando que a água encontrada nas amostras do Apollo não são casos isolados", explica Milliken.

A hipótese mais difundida sobre a origem da formação da Lua é a de uma enorme colisão entre a Terra e um corpo do tamanho de Marte, logo após a formação do Sistema Solar. Essa descoberta levanta uma questão: como o hidrogênio necessário para a formação de água conseguiu sobreviver às temperaturas extremas causadas por um tal impacto? De acordo com o estudo, estes depósitos contêm pouca água (menos do que 0,05%), mas são enormes, podendo chegar a até 1.000 quilômetros quadrados. O satélite seria, portanto, "incrivelmente rico em água", segundo os pesquisadores.

A descoberta pode ter uma aplicação concreta no futuro. "A água poderia ser utilizada como um recurso 'in situ' para uma posterior exploração" do espaço, de acordo com Shuai Li. A água pode ser usada não apenas para as necessidades dos colonos, mas também como agente propulsor. Com isso, seria possível contar com uma espécie de posto de reabastecimento - algo essencial, considerando-se o alto consumo de combustível desde o lançamento da superfície terrestre.

A ferramenta do Google para procurar emprego

Produto funciona integrado à G Suite e busca concorrer com LinkedIn.

Reprodução
Logotipo do Hire, serviço do Google para contratação e recolocação, equivalente ao LinkedIn
O Google lançou o serviço Hire (do verbo "Contratar" em inglês), para concorrer com a rede social profissional LinkedIn. Ele funciona integrado à suíte de serviços e aplicativos G e permite integrar quem está procurando contratar ou ser contratado.

O Hire funciona como os demais serviços da plataforma de redes sociais do Google. O usuário se loga com o mesmo cadastro do Google, e tem acesso aos perfis. Para empresas, o Google Hire permite integração com os bancos de dados preexistentes, assim como agenda e programas de mensagens. Para o usuário que busca colocação ou recolocação, o Hire oferece otimização para as bases de dados do Google, a fim de melhorar visibilidade.

Além do Google, também o Facebook tem dado sinais de que está tentando entrar no mercado corporativo, preparando um serviço equivalente ao LinkedIn.

Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS