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Tecnologia

Tem iPhone ou iPad? Cuidado com o texto-bomba

Bug em sistemas operacionais da Apple, mesmo atualizados, não é destrutivo mas pode travar dispositivo do usuário.

Reprodução
Combinação de caracteres do idioma telugu (da Índia) que está sendo usada para derrubar aparelhos da Apple
Um bug (defeito) de software está causando dores de cabeça para muitos usuários de sistemas operacionais da Apple ao redor do mundo. Proprietários de iPhones, iPads e computadores da marca da maçã estão sendo vitimados por uma espécie de pegadinha que se dissemina por redes sociais e aplicativos de mensagem, como Twitter e WhatsApp. Ao receber um arquivo de texto, o sistema do usuário pode apresentar lentidão e até travar ou reiniciar subitamente. O problema não é destrutivo, ou seja, não elimina arquivos nem ameaça o funcionamento dos aparelhos, mas causa transtornos.

O problema acontece quando o usuário recebe um bloco de texto no idioma telugu (uma das principais línguas da Índia). Por um erro de software, ao tentar converter os caracteres deste idioma para aquele do aparelho do usuário, o sistema se perde e pode travar ou reinicializar. Não há perda de dados ou arquivos, mas o fato de resetar o dispositivo pode prejudicar outras atividades ou processos que estejam rodando.

Sites internacionais especializados dizem que o defeito foi identificado em sistemas da Apple, mesmo atualizados. Ele se alastrou como uma brincadeira aplicada por alguns usuários, só que teria acabado saindo de controle. A imprensa internacional está chamando o defeito de "bomba de texto".

O QUE FAZER E COMO EVITAR

Não abra mensagens cujo preview na notificação do celular ou iPad apresente caracteres estranhos ou códigos ininteligíveis. Se recebeu um texto destes e seu aparelho travou, apague toda a conversa com o usuário que enviou o bloco de texto.

A Apple estaria trabalhando para resolver o defeito. Uma correção veio juntamente com o iOS 11.2.6, lançado segunda-feira para iPhones e iPads. Porém, o novo sistema não é compatível com alguns aparelhos anteriores. É possível que versões de correção para iOS anteriores sejam disponibilizadas nas próximas semanas. Neste caso, usuários devem ficar atentos aos avisos de atualização de sistema disponível.



Faltam dois minutos para o fim do mundo

Simbólico, o Doomsday Clock, Relógio do Juízo Final ou Relógio Nuclear, alerta para a proximidade de um desastre global.

Doomsday Clock, o Relógio do Juízo Final, é uma avaliação periódica de cientistas sobre o risco de um evento catastrófico global causado pelo homem. Realizado desde 1947, ele é simbolizado por um relógio que, quanto mais próximo da meia-noite, mais indica a proximidade do fim do mundo. Ele acabou de ser adiantado para 2 minutos para a meia-noite. O "Doomsday Clock" (Relógio nuclear), que simboliza a iminência de um cataclismo mundial, avançou e está a dois minutos da meia-noite, por causa do risco crescente de uma guerra nuclear e do quão "imprevisível" pode ser o presidente americano, Donald Trump. O Boletim dos Cientistas Atômicos disse nesta quinta-feira (25) que o relógio avançou 30 segundos, ficando mais perto do que nunca da hora do apocalipse.

"Em 2017, os líderes mundiais falharam em responder de maneira efetiva ao aparecimento de ameaças como uma guerra nuclear e a mudança climática, tornando mais perigosa a segurança global do que havia sido um ano antes e como não era desde a Segunda Guerra Mundial", segundo declaração de um grupo de intelectuais que abarca áreas de Relações Internacionais, Ciências, Meio ambiente e Segurança.

A última vez que o relógio esteve dois minutos antes da meia-noite foi em 1953, quando os Estados Unidos e a antiga União Soviética realizavam testes de bombas de hidrogênio. "Nas discussões deste ano, mais uma vez os assuntos nucleares se colocaram no centro do cenário", disse Rachel Bronson, presidente e diretora-executiva do Boletim dos Cientistas Atômicos.

Bronson mencionou os novos testes realizados pela Coreia do Norte, um maior compromisso com as armas nucleares de China, Paquistão e Índia, assim como as "imprevisíveis" declarações do presidente dos Estados Unidos no Twitter. O "Doomsday Clock" foi criado em 1947. Seu horário já mudou 20 vezes desde então, em uma faixa que vai de dois minutos para a meia-noite, a 17 minutos antes da meia-noite, em 1991.

Divulgação
Watchmen, minissérie de quadrinhos dos anos 80 argumentada por Alan Moore, tirava seu nome, entre outras coisas, de um trocadilho com o Relógio do Juízo Final
No último ano se moveu de três minutos antes da meia-noite para dois minutos e meio. No ano passado, o programa nuclear da Coreia do Norte "fez progressos notáveis", assinalou o grupo na declaração. E "as ações provocativas e a retórica" de Estados Unidos e Coreia do Norte "aumentaram a possibilidade de uma guerra nuclear".

Robert Rosner, professor do Departamento de Astronomia, Astrofísica e Física da Universidade de Chicago, assinalou a administração Trump por suas "inconsistências", que, segundo ele, pioram os riscos nucleares e "constituem um grande desafio" para "a estabilidade global". As relações tensas entre Estados Unidos e Rússia também são uma ameaça, disse Sharon Squassoni, professor do Instituto para a Ciência Internacional e Políticas de Tecnologia na Universidade George Washington.

"Pela primeira vez em muitos anos não estão em marcha negociações sobre o controle de armas nucleares entre Estados Unidos e Rússia", indicou. A mudança climática também é um fator de preocupação. Em 1953 "era uma ameaça hipoteticamente distante", sustentou Sivan Kartha, cientista do Stockholm Environmental Institute. Desde então, o dióxido de carbono aumentou seis vezes e o meio ambiente aqueceu cerca de 1ºC. No ano passado se viu um aquecimento extremo no mundo, danos catastróficos de furacões no Caribe e incêndios devastadores, afirmou Kartha.


Amazon inaugura mercado sem caixas

O pioneiro Amazon GO, que abre em Seattle nesta segunda (22), usa tecnologia para anotar produtos que o cliente leva e depois manda conta on-line.

Divulgação
Interior da loja Amazon GO que será inaugurada dia 22/1/18 em Seattle, nos EUA. Os clientes não precisam esperar em fila de caixa, só pegar da prateleira e sair da loja. O controle e pagamento são feitos automaticamente por app e pelo sistema de sensores da loja
A Amazon inaugura nesta segunda-feira (22) em Seattle, nos EUA, uma loja com conceito pioneiro. A Amazon GO, primeira de uma série que a empresa virtual pretende inaugurar nos próximos anos, é basicamente um supermercado, com produtos de consumo e até lanches. O diferencial é que não existem caixas. O cliente entra, pega o que precisa nas prateleiras e sai. O controle das mercadorias apanhadas e o pagamento são feitos por app e por sensores eletrônicos.

Do material de divulgação da Amazon:

O que é a Amazon GO?

A Amazon GO é um novo tipo de loja sem caixa. Criamos a mais avançada tecnologia de compras para que você nunca tenha que esperar na fila. Com nosso sistema Just Walk Out ("só saia"), simplesmente use o app Amazon Go para entrar na loja, pegue os produtos que você quer, e vá! Sem filas, sem caixa. (Sim, é sério)

Como a Amazon Go funciona?

Nossa experiência de compra sem caixa é tornada possível pelas mesmas tecnologias usadas em carros sem motorista: visão de computador, fusão de sensores e aprendizado automático. Nossa tecnologia Just Walk Out vai automaticamente detectar quando produtos forem tirados ou retornados à prateleira e acompanhá-los em um carrinho virtual. Quando você terminar de fazer compras, você pode sair da loja. Pouco depois, vamos lhe mandar uma conta e debitar a sua conta da Amazon.

A loja de Seattle estava prevista para abrir em novembro, mas a empresa teria tido problemas técnicos. A Amazon também informou que vai ter funcionários no corredor para auxiliar quem estiver em dúvida com o sistema.

Curiosamente, olhando o vídeo acima com a publicidade da Amazon Go, a gente lembra de um comercial da IBM dos anos 2000 que era uma pequena ficção científica prevendo um sistema muito parecido:


Harry Potter pode virar o próximo Pokémon GO

Jogo foi anunciado nesta quinta (18) e apresentação deve ser ainda este mês nos EUA.

Divulgação
Hogwarts Mystery (Harry Potter: Mistério de Hogwarts), jogo para smartphone do universo Harry Potter anunciado pela Warner e Portkey Games

A Portkey Games está desenvolvendo um jogo do universo Harry Potter em conjunto com a Niantic, criadora do Pokémon GO. Vai ser um jogo de realidade aumentada ambientado no mundo mágico. Talvez o bruxinho de J.K. Rowling seja a próxima febre mundial como já aconteceu com os pokémons.

A Warner e a Portkey Games divulgaram nesta quinta-feira (18) trailer do jogo para smartphone Harry Potter: Hogwarts Mystery (Harry Potter: Mistério de Hogwarts). Trata-se de um RPG para portáteis no qual o usuário vai criar e conduzir um aluno da escola de magia onde estudou o bruxinho. Entre os personagens estão vários professores, como Severus Snape, Dumbledore e Minerva (veja trailer abaixo). O jogo completo vai ser apresentado em um evento no parque temático em Orlando ainda em janeiro.

O game se passa anos antes da temporada de Harry Potter na escola, portanto nenhum dos personagens jovens vai aparecer. Mas há surpresas.

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