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Blog Arquibancada

Copinha qualificada

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Ontem (5), nas arquibancadas visitantes do CT Hélio Dourado, do Grêmio, esteve o presidente do Aimoré, Paulo Costa. Costa foi observar os guris e revelou algumas novidades acerca do que o torcedor pode esperar para a Copinha. De acordo com o presidente, já há o acerto com pelo menos 15 atletas para a competição. Ele não quis revelar nenhum nome, mas garantiu que o “pacote” deve ser divulgado até o final da semana. “Vamos ter um time mais forte do que na Copinha do ano passado”, disse o presidente, que garantiu que aproveitará garotos que têm se destacado na base.

Personalidade

Ainda sem grandes detalhes dos profissionais, fui conferir a disputa entre os guris do Índio e a base gremista. O reforçado Grêmio, com os agudos e habilidosos Dionathã e Pepê, deu trabalho ao time do Aimoré. Mesmo assim, a equipe Índia demonstrou grande personalidade e obedecimento às determinações do técnico Arilson Costa. Os laterais guardaram posição e não deixaram espaço para os extremos tricolores. A dupla de volantes foi quem armou o time e, a zaga, demonstrou maturidade para afastar a bola da defesa.

Destaques

Além dos nomes responsáveis pelo balançar das redes, Leozinho e o assistente Ruan Xavier, o Aimoré teve grandes destaques. Domênico, camisa 10 e agora capitão, teve grande doação atuando recuado e, foi o responsável pelas principais tramas e tabelamentos na primeira etapa. Quem esteve muito bem o jogo inteiro, foi o volante Wesley, vindo de São José dos Campos, depois de ter enfrentado o próprio Aimoré na Copa São Paulo. O jogador chamou atenção do gerente de futebol Lucas Kunrath e veio parar no Cristo Rei. Chegou e logo assumiu a titularidade. Canhoto, forte fisicamente e com desarmes pontuais, ele tem boa saída de jogo e frieza para o comando da meia cancha.

Zaga séria

Além do volante Wesley, preciso destacar uma outra grande atuação. O zagueiro Vinícius chegou no início do ano, sem grande grife, como costumam falar no futebol. Ao lado de Darlan, que iniciou o Gauchão como capitão, o atleta cresceu e tem feito grandes partidas. Na tarde de ontem, ele demonstrou a mesma seriedade e tranquilidade de sempre, foi o maior desarmador aimoresista e, novamente, ganhou praticamente todas as bolas aéreas. Ao final do jogo, o garoto foi substituído por Rafael por estar com cãibras após tanta dedicação. Merece muito respeito e aplausos pela doação.

A muralha Tales

Outro que merece toda a reverência é o goleiro Tales. Ele chegou no início do ano, foi incluído no plantel dos profissionais e teve grande evolução. Seguro, ele novamente foi o nome do jogo e teve atuação ainda mais grandiosa que no primeiro jogo, quando segurou o pênalti da promessa gremista Jean Pierre. A única coisa que senti um pouco de falta do atleta foi uma maior tranquilidade e experiência na hora de segurar um pouco a partida. Mesmo assim, quando acionado, foi muito bem. Se todo time começa por um grande goleiro, essa parte está assegurada para os guris aimoresistas.

Uma novela chamada "Copinha FGF"

No segundo semestre, as dúvidas são sempre em relação à disputa ou não da competição. O Noia já está fora.

Chega o segundo semestre e as suposições sobre disputar ou não a Copinha da Federação Gaúcha de Futebol são sempre as mesmas. No Aimoré, me recordo que estava tudo praticamente certo para não sair futebol no ano passado. Nas entrevistas, o então presidente André Schu me dava 99% de certeza de que seria inviável, mas, por fim, a chegada de investidores possibilitou a ocorrência da competição para os leopoldenses. Nesse ano, o atual presidente, Paulo Costa, aguarda o fechamento de uma proposta. Até ontem, de acordo com Costa, nada tinha sido resolvido.

Sem futebol do outro lado da ponte

Casualmente, na coluna da terça-feira, falei sobre a triste situação passada pelo Novo Hamburgo. Trouxe a conquista dos rivais do Aimoré para ilustrar que, mesmo chegando ao “auge”, o “fazer futebol” no interior é de imensa complicação. Além da eliminação precoce na Série D, o anilado anunciou que não jogará a competição da FGF nesse segundo semestre. A matéria foi publicada no Jornal NH de ontem. Aproveitando o ensejo, conversei com o vice-presidente hamburguense Everton Cury, que me grafou a matéria publicada pelo NH e, complementou dizendo que, o boato da antecipação de verba da Federação Gaúcha para a disputa do Nacional não ocorreu. Enfático, Cury disse que o Noia não jogará.

Aimoré salva?

Para os torcedores do Índio Capilé, a notícia também não me parece legal. Com o Aimoré na Divisão de Acesso, não teve clássico entre os profissionais e, provavelmente não terá em 2017. Ainda creio numa possível reviravolta no outro lado do Rio dos Sinos, entretanto, caso tudo vá conforme o atual desenho, não teremos o Novo Hamburgo na competição. Será que o Aimoré salvará a presença do Vale do Sinos na competição?

Trato no Cristo Rei e reforços para os juniores

Base aimoresista encerra etapa classificatória no sábado, às 15 horas, no Estádio Cristo Rei, diante do Caxias.

O período entre competições no Estádio Cristo Rei é de muito trabalho para os poucos funcionários que ficam. Desde a roçada, corte na grama e manutenções básicas, a casa aimoresista, aos poucos, passas por reparos. Nessa semana, a imagem do clube tem sido o foco. O pavilhão está sendo totalmente pintado em azul. Dessa forma, os letreiros do “Estádio João Corrêa da Silveira Monumental do Cristo Rei” serão vistos com maior destaque após ter as letras preenchidas por tinta branca. Está ficando bonito.

Reforços para os guris

Enquanto a pintura ocorria nas paredes do pavilhão da social aimoresista, dentro do campo, os guris dos juniores treinavam. Há algumas semanas, Leozinho, que estava no Grêmio, retornou para o clube capilé. Na partida diante do Internacional, no último final de semana, ele atuou como titular pela primeira vez desde a volta. Agora, outro nome conhecido de quem acompanha os juniores do Índio voltou: Centeno. O zagueiro foi o capitão da equipe na Copa São Paulo, mas havia sido transferido no início desse ano. Mais reforços para Arilson Costa.

Experiência

Além de encorpar o elenco para o Gauchão da modalidade, os reforços, adicionados ao entrosamento e melhor adaptação de alguns nomes, pode contribuir para o crescimento da equipe em um momento importante da competição. O grupo foi bastante reformulado e, diferentemente dos últimos anos, contava com poucos jogadores com 20 anos. Há atletas com 17, 18 e pouca cancha. Na hora dos matas, que começam após a última rodada marcada para o final de semana, esses fatores poderão ser determinantes.

Reservas

Já pensando nas oitavas de final, Arilson pretende usar o jogo de domingo, contra o Caxias, às 15 horas, no Estádio Cristo Rei, para testes. Com alguns atletas pendurados, o treinador pretende escalar reservas. A equipe está na sexta colocação e dificilmente sofrerá alguma alteração na tabela. Com isso e para precauções, essa deve ser a estratégia utilizada. Acho interessante. Há muitas opções e é importante para os atletas o tão falado ritmo de jogo.

1ª Corrida Sesc em Sapucaia

Nessa semana, foi publicada matéria que tratava sobre a 1ª Corrida Sapucaia Sesc. No conteúdo, o dia em que ocorrerá a prova foi grafado de maneira incorreta. A disputa em solo sapucaiense ocorrerá no dia 16 de julho. Podem participar adultos e crianças, sendo R$ 15 a inscrição para os adultos e isenta para as crianças. A largada está marcada para as 9 horas, no Ginásio Municipal de Esportes Kurashiki. As crianças de 6 e jovens de até 15 anos deverão percorrer um trajeto de 1 km; enquanto os participantes adultos, de 16 a 25 anos, 26 a 35 anos, 36 a 45 anos, 46 a 55 anos, 55 a 64 anos e acima de 65 anos, disputarão nas distâncias de 5km e 10km.

Um sonho? O profissionalismo nos times do interior

Na região, as equipes encontram grandes dificuldades para manter os salários de seus jogadores e comissões técnicas em dia.

Sempre defendo o profissionalismo como, provavelmente, a única forma dos times interioranos crescerem. Acho que as gestões são tão importantes e determinantes quanto as escolhas dos atletas. Pensando de maneira macro, temos o exemplo recente da dupla grenal. O presidente tricolor Romildo Bolzan foi bastante criticado no início de sua gestão. Com bastantes problemas a serem resolvidos, ele tratou de arrumar a casa, tentar acertos com a OAS, acerca do assunto Arena, para depois, transparecer suas ideias de futebol.

Colheita

Times mais “humildes” marcaram seus primeiros movimentos, entretanto, no segundo semestre do ano passado, o penta da Copa do Brasil demonstrou que a visão de Romildo, com investimentos mais pensados, rendeu frutos. Dificilmente tu verás Romildo trazer um Kleber Gladiador. No entanto, quem vier, certamente terá passado por uma longa escala de pesquisa, levando em conta todos os dados disponíveis hoje. O oposto pode ser visto ao lado, no Internacional. Vitório Piffero, demonstrou uma grande incapacidade gestora e, também diversas escolhas equivocadas. O fruto, mesmo com um elenco caro, foi a queda para a Série B.

Pagar as contas

Esse início de trabalho do presidente aimoresista Paulo Costa tem sido semelhante. Não entro no mérito da comparação com gestões anteriores, mas vejo interessantes medidas. Óbvio que faltou investimento para o time ir adiante na Divisão de Acesso. Sem receitas fixas, Costa priorizou o cumprimento de suas responsabilidades. Também não entro no mérito das escolhas no comando de vestiário ou a forma com que o grupo foi composto, mas esse lado gestor tem sido, para mim, interessante. De acordo com o gerente Irani Teixeira, do Sapucaiense, no clube, tudo está regularizado também. Mas faço todas essas comparações para trazer também os “feedbacks” que tenho por conversar com os atletas, técnicos e dirigentes. Salário atrasado, problemas de relacionamento ou metodologias questionáveis sempre chegam aos nossos ouvidos.

Fora de campo

O time esteiense profissionalizou-se de maneira recente. Ano passado, estaria na Segunda Divisão, mas não conseguiu por questões financeiras. Esse ano, na Terceirona, a campanha do time tem sido interessante. Há um crescimento e, com nomes da região, o time tem honrado a competição. O problema é quando o assunto fala sobre o extracampo.

Salários

No final de semana, uma inusitada situação ocorreu. O técnico Sandro Resende, com quem conversei na sexta-feira, foi demitido na manhã do sábado. Sandro me disse que tudo ocorreu via whatsapp e que, além do prazo não ter sido cumprido, os valores também não tinham sido cumpridos. O presidente Rudimar Cardozo, me justificou, salientando as dificuldades e que, teria dito que, se “estava ruim, seria melhor desligá-lo”. A situação é compreensível pelo lado de Cardozo, pois sabemos das dificuldades dos interioranos e, também por Sandro. Quem trabalha, precisa receber.

Carteira assinada?

E ontem, pela manhã, o Sandro entrou novamente em contato comigo com a exposição de mais detalhes. Dentre eles, a sua carteira de trabalho, que, esteve com o presidente do verdão de Esteio, mas não fora preenchida. Triste. Não consegui o contato com o dirigente de Esteio, mas creio que em breve consigo esclarecer a situação com o mesmo. Uma pena. Espero que o título do primeiro tópico possa entrar nos clubes menores de vez. Caso contrário, será sempre um acúmulo de maus resultados: dentro e fora de campo.

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