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Cultura em Trânsitos

Paredes permeáveis

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Diego da Rosa/Diego da Rosa/GES
Feira do Livro de São Leopoldo segue até domingo (12)
A 32.ª Feira do Livro Ramiro Frota Barcelos (foto) e a 3.ª Semana Literária de São Leopoldo, que seguem até domingo, dia 12, em São Leopoldo na Biblioteca Pública Municipal Vianna Moog e também com ações em escolas e na área da Praça 20 de Setembro, abre espaço para a discussão. Mais do que procurar por títulos, a intenção é provocar reflexão. E quem sabe entrar em um terreno complexo: as nossas fronteiras, que hoje mais parecem muros de certezas. O romancista moçambicano Mia Couto, em sua conferência durante uma edição magistral do Fronteiras do Pensamento, escreveu um artigo sobre as fronteiras dentro nós. Algo que reflete bem o momento em que vivemos hoje e quem cabe muito em um espaço diferenciado de ideias como um encontro literário para falar das fronteias e suas paredes permeáveis ou não.

Nosso pensamento
“O problema é que o nosso pensamento, ao contrário das restantes entidades vivas, facilmente se encerra em si mesmo. Não sabemos fazer paredes vivas e permeáveis”, escreve o autor, enfatizando a importância da sabedoria de se criar “paredes vivas e permeáveis” em meio a linguagem bélica e que “parece confirmar o campo de batalha em que vivemos nossa identidade.”

Romances
Interessado em Mia Couto? Então, vale buscar pelos excelentes Terra Sonâmbula, A Confissão da Leoa e Mulheres de Cinza.

Nada escapa do Green Day

Banda se despediu do Brasil na noite de terça-feira (7) com a Revolution Radio Tour, no Anfiteatro Beira-Rio.

Por: Alecs Dall'Olmo

Alecs DallOlmo/GES-Especial
Banda se despediu do Brasil na noite de terça-feira (7) com a Revolution Radio Tour, no Anfiteatro Beira-Rio
1, 2, 3, 4...e rock!!! O vocalista e guitarrista Billie Joe Armstrong, um assombro de energia, o baixista Mike Dirnt e o baterista Tré Cool mandaram ver. Fizeram um show de rock para sufocar, pra dançar, pra cantar, pra fazer o tempo parar, pra fazer a vida acontecer em alta rotação. Assim o Green Day se despediu do Brasil na noite de terça-feira (7) com a Revolution Radio Tour, no Anfiteatro Beira-Rio. A empolgação no palco e na plateia foi total. Desde os primeiros acordes com Bohemian Rhapsody, do Queen, e Blitzkrieg Bop, dos Ramones, para introduzir o trio no estilo “vamos lá que a hora é pra já” , a banda - uns caras aí que lá pelas tantas Billie disse que não sabia o nome do grupo que estava acompanhando ele, mas que eram os caras – botou pra quebrar.

Billie fez de tudo que cabe no espaço do volume alto do rock: conversou com o público o show todo e regeu a plateia. Pulou, deitou e rolou. Conclamou a multidão. Emprestou a guitarra para uma fã tocar – e mandar bem – e ainda dividiu os vocais com outra moça da plateia. A cada canção: tudo para a festa além da festa punk. Até Bossa Nova entrou na lista. Assim como Não ao racismo! Não ao machismo! Não à homofobia! E não ao Donald Trump! Sobrou também para o presidente do Brasil.

E foi mais. Billie atacou de I Can Get no Satisfaction, dos Stones, deitado no chão. Chamou a galera para uns acordes de um certo clássico obrigatório, Hey Jude, dos Beatles, com direito ao inconfundível coro e público de joelhos. Em duas horas e meia e mais um pouco, o Green Day, formado em 1986, mostrou que nada escapa quando a celebração vai até o osso. O show de abertura local foi com a banda Vera Loca e a abertura internacional com The Interrupters.

 

Semana começa ao som do punk rock do Green Day

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Frank Maddocks/Frank Maddocks/Divulgação
Revolution Radio Tour
De van, de trem, de carro, de carona. Combinações gerais. E tem sido assim graças a boa leva de shows na capital e para diferentes gostos. E a sonoridade da vez chega com o Green Day e a sua Revolution Radio Tour. A banda norte-americana de punk rock - formada em 1986 – se apresenta nesta terça-feira, dia 7 de novembro, no Anfiteatro Beira-Rio (Avenida Padre Cacique, 891). Os portões abrem às 16 horas. O show de abertura local, será às 19 horas, com a banda Vera Loca. Depois, às 20 horas, será a vez do show de abertura internacional com The Interrupters. Por fim, às 21 horas, o momento será do Green Day.

Da Scharlau, por exemplo, uma turma de amigos já mira a festa desde o início. A ideia é sair por volta das 16 horas e celebrar com o vocalista e guitarrista Billie Joe Armstrong, o baixista Mike Dirnt e o baterista Tré Cool. Integrantes do Rock and Roll Hall of Fame e vencedores de cinco Grammy Awards, o Green Day vai mostrar canções do elogiado e intenso álbum Revolution Radio.

No repertório composições do visceral disco Dookie, além de músicas de outros álbuns como Insomniac e Nimrod, além da ópera rock American Idiot. O show em Porto Alegre é o último no Brasil. A banda segue na sequência para a Argentina, shows ainda no Chile, Peru, Colômbia e México. Classificação etária para o show é de 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais. Informações sobre disponibilidade de ingressos e valores em www.livepass.com.br ou no dia do show na bilheteria do Estádio Beira-Rio, das 12 horas às 20h30.

É punk rock

Green Day se apresenta no dia 7 de novembro no Anfiteatro Beira-Rio.

Frank Maddocks/Divulgação
Green Day na Capital dia 7 de novembro
Composta pelo vocalista e guitarrista Billie Joe Armstrong, o baixista Mike Dirnt e o baterista Tré Cool, Green Day encerra na capital a turnê mundial Revolution Radio Tour. O show por aqui acontece no dia 7 de novembro, no Anfiteatro Beira-Rio, a partir das 21 horas. Formada em 1986, o grupo era, originalmente, parte integrante da cena punk no 924 Gilman Street em Berkeley, Califórnia. Em 1994, a história independente da banda ganhou o mundo com aclamado álbum Dookie. Momento especialíssimo do punk rock. A banda The Interrupters, de Los Angeles, é a convidada especial para abrir os shows. A classificação etária é 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais. E para o ano já tem na agenda do Beira-Rio o show de Foo Fighters e Queens of the Stone Age marcado para 4 de março.


Para ler

Mate-Me Por Favor - A História Sem Censura do Punk, de Legs Mcneil e Gillian Mccain, propõe um mergulho na gloria e nas entranhas da história do movimento punk, partindo da América, dos anos 60, e chegando ao Reino Unido, narrando a explosiva trajetória fenômeno de comportamento e sonoro. O livro possui muitas entrevistas com os personagens originais da cena, como Iggy Pop, Patti Smith, Dee Dee e Joey Ramone, Debbie Harry, Nico, Wayne Kramer, Danny Fields, Richard Hell e Malcolm McLaren – esse era o cara.


Cinema

E para os que querem um cineminha em casa basta partir em busca de Sid e Nancy – O Amor Mata, de Alex Cox, que conta a história do baixista do grupo Sex Pistols, ícone do punk rock inglês do final dos anos 70, Sid Vicious (Gary Oldman) e a relação com a jovem Nancy Spungen (Chloe Webb).

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